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O projeto Recuperação de Áreas Degradadas da Microbacia do Isidoro – Sub-bacia do Rio das Velhas irá atuar na Ocupação Vitória, uma comunidade muito carente. Além de realizar pesquisas ambientais relevantes, capacitar alunos , o projeto pretende recuperar nascentes, matas e melhorar a qualidade da água. A equipe é formada por pesquisadores da UFMG e UFSJ e a iniciativa conta com o financiamento do fundo socioambiental da Caixa Econômica Federal – CEF. Para saber mais, clique AQUI.

ATLAS Restinga Capixaba logo
Conheça nosso novo projeto ATLAS das águas das restingas capixabas para aprender mais sobre o desenvolvimento sustentável e o papel do homem na proteção da natureza.

ATLAS M

Aqui, você  vai ter acesso às informações mais importantes sobre a segurança e a gestão ambiental das barragens de mineração de Minas Gerais. É apresentada a lista dos 20 municípios em situação crítica não só em relação à segurança das barragens bem como em relação ao enorme impacto ambiental que suas populações sofrem em decorrência do acumulo milhões de toneladas de rejeitos e do escape dos efluentes dessas barragens com águas poluídas nos rios próximos.

Simposio Crise HidricaEsse simpósio foi realizado em abril de 2019 na Universidade de São João del Rei. Aqui, você vai encontrar tudo o que aconteceu no evento e ainda terá acesso em primeira mão ao livro que a UFSJ irá lançar, com as principais contribuições do evento.

 

 

livro_capa_nuvem Graças a uma bolsa Fulbright/CAPES, eu tive o prazer de atuar como professor convidado no grupo de pesquisas do Prof. Dr. Karl Havens, Florida Sea Grant/University of Florida em Gainesville, FLA (USA), em 2013. Essa parceria rendeu um artigo publicado em revista de alto impacto (Hydrobiologia), um workshop internacional e dois livros na área de gestão de recursos hídricos (foto).[/caption]

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A represa da Pampulha foi o laboratório onde surgiu o grupo de pesquisas LGAR/UFMG. Durante mais de três décadas toda uma geração de biólogos, ecólogos, sanitaristas se formou trabalhando e pesquisando diferentes aspectos da ecologia da represa da Pampulha. E esses conhecimentos foram repassados a centenas de alunos do programa de pós-graduação em Ecologia da UFMG na disciplina “Ecologia de Comunidades”.

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O LGAR/UFMG foi o grupo de pesquisas em Limnologia do Brasil que introduziu o uso da hidroacústica no estudo da ecologia de organismos planctônicos e dos peixes em lagos e reservatórios brasileiros.

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O Prof. Ricardo compreendeu muito cedo a importância de um bom relacionamento entre a pesquisa acadêmica e a sociedade. Através de suas constantes participações na TV e em jornais, ele contribuiu para que a sociedade pudesse compreender melhor e valorizar o trabalho do ecólogo no Brasil.

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A reciclagem ambiental era um tabu nos cursos de pós-graduação em Ecologia nas principais universidades brasileiras. O LGAR/UFMG mostrou como o conhecimento ecológico pode impulsionar esse importante segmento da economia verde ainda hoje tão incipiente no Brasil.

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O LGAR/UFMG formou toda uma geração de limnólogos no Brasil com capacidade para usar e aplicar conhecimentos avançados de morfometria de lagos e reservatórios visando um melhor entendimento dos processos ecológicos que ocorrem nesses ambientes.

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A delimitação de fazendas aquícolas em grandes reservatórios de Minas Gerais feita pelo grupo de pesquisas LGAR/UFMG estabeleceu novos paradigmas no zoneamento ambiental de reservatórios em todo o Brasil.

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O Curso à distância “Fundamentos em Ecologia e Tópicos em Gestão Ambiental” foi oferecido em pelo menos 22 versões, a partir de 1998. Essa foi uma das mais importantes iniciativas de extensão universitária na área ambiental da UFMG e foi responsável pela capacitação de centenas de gestores ambientais no Brasil.

O laboratório de gestão ambiental de reservatórios – LGAR/UFMG foi o centro gerador de algumas empresas em destaque no segmento ambiental não só em Minas Gerais, mas em todo o Brasil.